Ontem fiquei me questionando sobre o valor real de uma roupa, impressionada com o preço de uma regata da DSQUARED2. E isso porque estava navegando naquelas lojas virtuais de acessórios, que trazem os produtos com desconto. O sapato da Tatiana Gorentzvaig até que vai. De repente ele foi feito à mão (duvido) e até que dá pra passar. Mas e a regata, meu povo?
O sapato foi de R$ 540,00 por R$ 297,00. A regata? De R$ 958,00 por R$ 499,90. Isso se for à vista.
Juro que será o último post do Michael. Na época do mimiógrafo, não existia este bombardeio de informação. Agora, a pessoa morre e no dia seguinte ninguém aguenta ouvir mais um A sobre o assunto.
Bom, sábado foi a minha redenção: o DJ do casamento "abriu a pista" com o clipe Thriller. Lembrei MUITO da Agnes Nakayama porque sempre defendemos que valsa não está - e nunca esteve - com nada. O massa é imitar zumbi. Pena que ninguém entendeu a minha empolgação.
Quisera eu Ser a primavera A boa-nova Os sabores da vida Dentro da sua tigela colorida De tons incomuns E colorir um a um Os seus momentos nus Queria ser Quem você quisesse ver Te dar bom dia antes do sol E sem te acordar, mergulhar Debaixo do seu lençol Quisera eu, como eu queria Saber que você me espera Na próxima esquina Pra irmos pra casa.
Conhece o Ferrara? Pois conheça se tiver oportunidade. Fica na Caiubi, em Perdizes, e pode ser uma ótima opção para o horário de almoço. Só que não aceita Sodexhoo nem Mastercad. Só Visa e Amex.
O mais gostoso é o deck que, mesmo num dia nublado em SP, cumpriu sua função. Tem uns combos com entrada, prato principal e sobremesa por 20 e poucos reais. Vale também uma passada à noite num jantar a dois, três ou mais.
Ontem foi aniversário do Yosvani Ramos, amigo e confidente que não vejo há muitos anos. Há uns quinze, ele esqueceu um passaporte (ou dois?) em casa, aposentado porque não tinha mais espaço. Depois disso, já passou por Londres, Paris e agora empresta todo o seu talento lá em Sidney. Grandes companhias, grandes bailarinas... e, sim, bateu MUITA nostalgia. As fotos dizem tudo. E muita saudade das salas de ensaio, quando ele puxava minha perna pra melhorar o alongamento, ou das noites em que dormia em casa e fazíamos (até então em off) campeonatos de pum, hahahaha! Tá, coisa de pirralhos de 15, cof, cof, anos.
Almoço no Central das Artes para comemorar o aniversário da minha eterna chefe Lu Ribeiro. Sempre que vou a este lugar, adoro a sensação das paredes de vidro e da claridade.
Mas, como ultimamente tem bastante obra em volta, a visão não é muito agradável. E sorte minha, pois poderia ser pior. A vizinha que estava pendurando roupa já foi vista de biquinão tomando sol na laje. O Central das Artes fica na Apinajés, em Perdizes. Ah, e reparem no tamanho do pastel... A mão do lado é do Caju, só pra termos noção do naipe da fritura.
Escrevi, há algumas semanas, minhas empreitadas com a plantação de feijão em algodão. Hoje a Dani Bastilha me mandou um link incrível com mais ideias de jardinagem, peripécias que quase não cabem mais na área de serviço lá do apê. Mas aqui não tem problema postar: não tenho de colocar água, nem afofar a terra nem me preocupar com a posição do sol. E tem a família Barbapapa!!!
Recepção por causa de São João, Santo Antônio, festa junina e tudo mais já no aeroporto antes de pegar as malas.
Zé Neto, primão, já nos esperava junto com o meu pai para uma passada em Jaboatão.
Família reunida. Muitas risadas. Muita alegria. Muita cerveja.
Muita comida.
E uma lua linda, emoldurada por bandeiras do São João.
Cena do centro de Jaboatão: juro que parecia Caminho das Índias. A onda lá é moto-táxi.
Assim que chegamos no Restaurante Beijupirá. Por causa dele, comecei a tirar foto de todos os pratos pra fazer um post só com gastronomia e gostosuras de Porto.
Foto na frente do restaurante.
No primeiro dia, nublado, mas uma volta na praia só pra pisar - e pular - na areia.
Restaurante incrível no centrinho de Porto (juro que vou procurar o nome), com música ao vivo e participação especial de um tiozinho bêbado que fez A noite...
... Ele cantou umas três músicas (incluindo "Sétisflexion"!!!!) e ainda soltou uma no final pro cantor: "vâmo arrachá esse dinheiro no final, visse?".
Em Pontal de Maracaípe, indo para o mangue.
Chiés, estes caranguejinhos pequeninos, ficam aos montes em várias partes do mangue. Na foto, uma fêmea e um macho.
Direto do bugue, já em Maracaípe.
Seu Madruga, nosso jangadeiro, em direção às piscinas naturais.
O italiano Francesco Mell. Numa noite, entre lasanhas, vinho e comemoração do dia dos namorados, contou sua vida e a mudança para Porto de Galinhas (de mala e cuia com sua esposa paulistana) e, na outra, levou teclado e soltou o gogó pra gente.. Reparem no guarda-chuva na mão direita...
E reparem o estado da pousada depois da chuva. Depois, trocamos para uma bem no centro. Acordava, dava dez passos e caía na praia. Foi lá que conhecemos...
... a Gal. Lindona, que nos ajudou com o passeio de bugue, com a volta pro aeroporto e tudo mais.
E, pra completar estes encontros...
... até o tempo abriu e fez muito, mas MUITO sol.
Retrato de mais um dia "comum" em Porto de Galinhas. Como acordamos cedo, vimos toda a arrumação para um dia de praia.
Teto do aeroporto de Recife. Por um deslize da Gol, ficamos umas 4 horas bundando.
Voltando para SP.
Ah, achei o vídeo do Francesco no YouTube. Indicado pela Nair Belo num quadro do Faustão.
Está no Trending Topics do Twitter hoje. E, mesmo depois de colocar lá, não resisti em colocar aqui também. As fotos estão incríveis. Tim Burton pode até ser "mais do mesmo", mas de novo chamou a atenção de todo mundo com esta versão de Alice no País das Maravilhas.
A maquiagem, espetacular. Johnny Depp, Anne Hathaway e Helena Bonham Carter, como o Chapeleiro Maluco, a Rainha Branca e a Rainha de Copas.
Ouvi há uma semana e me apaixonei. Melody Gardot, dica do Luiz há alguns meses sabendo o quanto eu gosto da Madeleine Peyroux. Elas são diferentes, mas delícias do mesmo jeito. Ela está aqui pra quem quiser seguir: @mgardot
"Goodnite close your eyes and just sleep tight ill lie awake and watch you dream to be sure that all of your dreams are pure"
Ontem, fazendo uma pesquisa mais aprofundada e recente sobre qual resolução de tela os brasileiros têm usado mais, dei com os burros n'água. Não temos dados oficiais atuais sobre isso (pesquisa do IBGE, TIC etc), mas, sim, médias feitas por outros blogueiros.
Passando pelo Analytics do Divã, vi que a maior parte dos usuários usa, inclusive, acima da resolução de 1024. Isso comprova, e muito, não só o perfil dos usuários deste blog (maioria de amigos), mas também um movimento natural mundo afora. No mundo, já são 57% que utilizam acima de 1024x768. No Brasil, cerca de 50% usam 1024, 40% acima disso e o 800x600 se extinguindo, minguando, morrendo.
Depois de voltar à realidade fria de SP, uma reflexão rápida sobre a viagem do feriadão:
Tudo em Pernambuco é São João. Latinha de Coca, decoração de restaurante, propagandas na tv, folheto no aeroporto. E o mais engraçado é que, junto, aprendemos na marra e em todos os lugares todas as simpatias para arranjar marido!
Todos os ringtones são de forró.
Todas as frases terminam com "visse".
Na afobação pra viajar, nem percebemos que era época de chuva. Mas não é garoa. É chuva de deslizamento de terra mesmo. Nossa pousada em Porto de Galinhas até alagou e tivemos de mudar pra um lugar mais "seco". Alguém já viu turista voltar com guarda-chuva novo depois de 5 dias no Nordeste? É o mesmo que comprar biquíni no Alasca.
Pessoas incríveis e que nos fazem pensar: o italiano que se mudou há um ano e meio com uma paulistana; a advogada que, depois do Largo São Francisco, foi pra Porto de mala e cuia e hoje vende colares e triques-triques; a Gal, que virou mãezona na segunda pousada com sua generosidade e sorriso no rosto.
E mais flashes: a chave da pousada que ficou no bolso da bermuda e veio pra SP, a deliciosa cerveja Nobel, o crepe de três pernas (!), a cana com mel...
Muitas, muitas fotos daqui a pouco. Da Gal, do italiano (ah, ele já cantou no Faustão!!!), do cavalo marinho, da pousada-lagoa, do colar, da cana.
Animações incríveis e muito divertidas sobre como podemos ajudar a salvar o mundo. Tenho pensado muito nestas coisas, principalmente depois de um tempo que fiquei com o ralo entupido e tinha de tomar banhos de cinco minutos. E não morri.
Uma amiga cearense cresceu tomando banho com água fria, pois o chuveiro não é elétrico. Tá, estamos falando do calor de Fortaleza, mas preste atenção aos dias absurdos de calor que temos por aqui também em SP. Ah, e, pra completar, ela sempre desligou a água para se ensaboar. Sim, é possível. Sim, é questão de costume.
Tentei, outro dia, usar a água que eu tinha lavado verduras (água limpinha, sem gordura) para regar as plantas, mas não foi uma ideia muito bem recebida na época. Mas não desisti e mantenho um balde sempre a postos para quando puder reaproveitar algo. O mesmo acontece com "restos" de água em garrafas. Sabe aquele restinho que ficou e que você acha que não está tããão potável? Direto pro vaso de plantas!
Outra coisa que tenho feito: se você está vendo televisão, por que manter uma luz acesa? Minha conta, que já é mínima, tem diminuído alguns centavos por mês. Mas, mais do que pela grana, rola uma sensação de 0,00001% do dever cumprido.
Tem mil e uma e outras coisas a serem feitas. E são os altos papos assom como o site do começo deste post que trazem estas iniciativas pra dentro da sua casa.
Nunca gostei de roupas usadas. Ou era de brechó e achava que a pessoa tinha morrido com aquela peça ou ficava na impressão da suvaqueira.
Mas o legal deste site de hoje, o Enjoei, dica da Tereza Cândida, é que tem coisas de gente desligada. Tipo, comprou M e era G. Usou uma vez e ficou apertado. Aí, uma blusinha de 60 reais fica bem atraente.
E vale MUITO pelas legendas das peças. Vale voltar só pra ver as novas definições, hahaha.
Lá atrás, em 2006, rolou uma viagem que ficou pra história: eu, pai, mãe, tia e avó, juntos, rumo a Pernambuco, estado natal da família Oliveira. Foram dias incríveis, experiências novas e memórias antigas. A sensação de fazer parte de algo maior, uma grande família, do meu sangue, a km de distância. Os mesmos (meus) besteiróis, gargalhadas, joselitices e por aí vai.
Depois de amanhã, vou pra lá de novo. E pai e mãe e avó também já estão lá. Vai rolar jantarzão com primos e agregados, carne de bode, carne de sol e cerveja. E, depois, descansaremos (sozinhos) no paraíso de Porto de Galinhas.
Uma pausa pro cérebro. E pra reorganizar os próximos passos na minha caixola.
Total Eclipse of the heart. Lembram? Uma das minhas músicas preferidas para noitadas de karaokê (sim, sou japonesa). Na verdade, a interpretação fica melhor com a ajuda do gogó das amigas Agnes e Cris Pazetti. Mas tenho certeza que nunca ninguém pensou nesta versão aí embaixo!
Fotos que te fazem pensar. E pensar muito. Resumo de palavras que passaram pela minha cabeça no último minuto: comunicação, condição social, condição cultural, mudança de costumes, mudança no consumo da informação, facilidades, acesso digital. E por aí vai.
Recebo, há mais de cinco meses, ligações, sms e tudo o mais que se possa imaginar do Bradesco em busca de um tal Nedeir Joaquim de Almeida. Segundo as mensagens, o motivo do contato é um assunto extrajudicial. Não sei o que esta pessoa fez ou deixou de fazer, mas já falei mil vezes para não me ligarem mais. Mas... continuam.
Às vezes recebo sms às 8h da matina. Às vezes o celular toca no meio de uma reunião de um número desconhecido. Esta (in)feliz pessoa deve ter dado meu celular no momento de um empréstimo. Só pode ser isso. Será que o Bradesco não registra depois de SEIS meses que o telefone está errado?! Horas são gastas na tentativa de achar uma pessoa em um telefone que não é dela. E estas horas são pagas por alguém. Se fosse do Banco do Brasil, eu diria que são pagas por mim. Mas, neste caso, dá até vontade de dizer que eu sei onde encontrá-lo e passar pra frente e pra outro coitado a dor de cabeça de ser chamado de Nedeir em, no mínimo, três ligações por semana.