terça-feira, junho 16, 2009

Chuva e São João em Pernambuco

Depois de voltar à realidade fria de SP, uma reflexão rápida sobre a viagem do feriadão:

  • Tudo em Pernambuco é São João. Latinha de Coca, decoração de restaurante, propagandas na tv, folheto no aeroporto. E o mais engraçado é que, junto, aprendemos na marra e em todos os lugares todas as simpatias para arranjar marido!
  • Todos os ringtones são de forró.
  • Todas as frases terminam com "visse".
  • Na afobação pra viajar, nem percebemos que era época de chuva. Mas não é garoa. É chuva de deslizamento de terra mesmo. Nossa pousada em Porto de Galinhas até alagou e tivemos de mudar pra um lugar mais "seco". Alguém já viu turista voltar com guarda-chuva novo depois de 5 dias no Nordeste? É o mesmo que comprar biquíni no Alasca.
  • Pessoas incríveis e que nos fazem pensar: o italiano que se mudou há um ano e meio com uma paulistana; a advogada que, depois do Largo São Francisco, foi pra Porto de mala e cuia e hoje vende colares e triques-triques; a Gal, que virou mãezona na segunda pousada com sua generosidade e sorriso no rosto.
  • E mais flashes: a chave da pousada que ficou no bolso da bermuda e veio pra SP, a deliciosa cerveja Nobel, o crepe de três pernas (!), a cana com mel...
Muitas, muitas fotos daqui a pouco. Da Gal, do italiano (ah, ele já cantou no Faustão!!!), do cavalo marinho, da pousada-lagoa, do colar, da cana.

Quero repetir a dose em 9 de julho.

terça-feira, junho 09, 2009

Save the planet



Animações incríveis e muito divertidas sobre como podemos ajudar a salvar o mundo. Tenho pensado muito nestas coisas, principalmente depois de um tempo que fiquei com o ralo entupido e tinha de tomar banhos de cinco minutos. E não morri.

Uma amiga cearense cresceu tomando banho com água fria, pois o chuveiro não é elétrico. Tá, estamos falando do calor de Fortaleza, mas preste atenção aos dias absurdos de calor que temos por aqui também em SP. Ah, e, pra completar, ela sempre desligou a água para se ensaboar. Sim, é possível. Sim, é questão de costume.

Tentei, outro dia, usar a água que eu tinha lavado verduras (água limpinha, sem gordura) para regar as plantas, mas não foi uma ideia muito bem recebida na época. Mas não desisti e mantenho um balde sempre a postos para quando puder reaproveitar algo. O mesmo acontece com "restos" de água em garrafas. Sabe aquele restinho que ficou e que você acha que não está tããão potável? Direto pro vaso de plantas!

Outra coisa que tenho feito: se você está vendo televisão, por que manter uma luz acesa? Minha conta, que já é mínima, tem diminuído alguns centavos por mês. Mas, mais do que pela grana, rola uma sensação de 0,00001% do dever cumprido.

Tem mil e uma e outras coisas a serem feitas. E são os altos papos assom como o site do começo deste post que trazem estas iniciativas pra dentro da sua casa.

segunda-feira, junho 08, 2009

Brechó e roupas usadas



Nunca gostei de roupas usadas. Ou era de brechó e achava que a pessoa tinha morrido com aquela peça ou ficava na impressão da suvaqueira.

Mas o legal deste site de hoje, o Enjoei, dica da Tereza Cândida, é que tem coisas de gente desligada. Tipo, comprou M e era G. Usou uma vez e ficou apertado. Aí, uma blusinha de 60 reais fica bem atraente.

E vale MUITO pelas legendas das peças. Vale voltar só pra ver as novas definições, hahaha.

Viagem a Porto de Galinhas

Lá atrás, em 2006, rolou uma viagem que ficou pra história: eu, pai, mãe, tia e avó, juntos, rumo a Pernambuco, estado natal da família Oliveira. Foram dias incríveis, experiências novas e memórias antigas. A sensação de fazer parte de algo maior, uma grande família, do meu sangue, a km de distância. Os mesmos (meus) besteiróis, gargalhadas, joselitices e por aí vai.

Depois de amanhã, vou pra lá de novo. E pai e mãe e avó também já estão lá. Vai rolar jantarzão com primos e agregados, carne de bode, carne de sol e cerveja. E, depois, descansaremos (sozinhos) no paraíso de Porto de Galinhas.

Uma pausa pro cérebro. E pra reorganizar os próximos passos na minha caixola.


Um remember lá da Coroa do Avião. Imensidão.

sexta-feira, junho 05, 2009

Cenas de Brasília

Retratos de uma terça-feira no Distrito Federal.


Pegando o vôo às 6h da matina.





A Catedral vista de dentro do táxi.




Um dos cartões postais ao fundo.




O restaurante.




A melhor farofa de ovo da história.

Total Eclipse of the heart

Total Eclipse of the heart. Lembram? Uma das minhas músicas preferidas para noitadas de karaokê (sim, sou japonesa). Na verdade, a interpretação fica melhor com a ajuda do gogó das amigas Agnes e Cris Pazetti. Mas tenho certeza que nunca ninguém pensou nesta versão aí embaixo!

Dica do Marcus Cardoso.



E a versão original

Sem-teto e internet em São Francisco

Fotos que te fazem pensar. E pensar muito. Resumo de palavras que passaram pela minha cabeça no último minuto: comunicação, condição social, condição cultural, mudança de costumes, mudança no consumo da informação, facilidades, acesso digital. E por aí vai.


Mais aqui. E vale a pena ver os outros registros.


quinta-feira, junho 04, 2009

Eu não sou o Nedeir Joaquim de Almeida

Recebo, há mais de cinco meses, ligações, sms e tudo o mais que se possa imaginar do Bradesco em busca de um tal Nedeir Joaquim de Almeida. Segundo as mensagens, o motivo do contato é um assunto extrajudicial. Não sei o que esta pessoa fez ou deixou de fazer, mas já falei mil vezes para não me ligarem mais. Mas... continuam.

Às vezes recebo sms às 8h da matina. Às vezes o celular toca no meio de uma reunião de um número desconhecido. Esta (in)feliz pessoa deve ter dado meu celular no momento de um empréstimo. Só pode ser isso. Será que o Bradesco não registra depois de SEIS meses que o telefone está errado?! Horas são gastas na tentativa de achar uma pessoa em um telefone que não é dela. E estas horas são pagas por alguém. Se fosse do Banco do Brasil, eu diria que são pagas por mim. Mas, neste caso, dá até vontade de dizer que eu sei onde encontrá-lo e passar pra frente e pra outro coitado a dor de cabeça de ser chamado de Nedeir em, no mínimo, três ligações por semana.

Por que eu não acredito em metereologistas

Fotos do último final de semana. Juquehy às moscas e com o melhor sol do mundo: o de outono.

Sem trânsito, sem estresse e sem aquela "obrigação" de ter de ir para praia. Sim, eu sofro disso às vezes.




quarta-feira, junho 03, 2009

Fornecedor e cliente

Quem fornece e quem paga. Incrível saber que lidamos com isso quase todos os dias...