quarta-feira, junho 30, 2004
Acabei de ler no blog da Cássia Zanon (uma das maiores responsáveis por eu não sucumbir às facilidades do Dreamweaver!!!) um post que linka para outro post (coisas do mundo virtual). Mulheres internéticas (homens também. Por que não?), não percam essa!
Recebi estas duas imagens hoje do Tadeu (Tata, para os íntimos). Segundo ele, a do Eddie Van Halen foi feita por um brasileiro e o cara gostou tanto que publicou no site. Confira aqui. A outra foto dispensa comentários.
PS: Tata, eu não preciso destas imagens pra me lembrar de você, viu?!
"Are you ok?"
"Hummmm, I'm not gay. Are you gay?"
"No... I'm ok though"
Continuando no capítulo Maria Rita, consegui materializar o pedacinho de uma música.
"Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim, chegar e partir"
Minha casa está um turbilhão de chegadas e partidas. Há duas semanas, uma canadense foi embora e desembarcou o Ignacio (Nacho para os íntimos). Espanhol, fotógrafo, franco-parlante e dono de um pijama vermelho de bebezão.
Mas, como nem tudo pode ser perfeito, na próxima semana a brasileira Renee volta para o Brasil. Dentro de um mês, eu, Rodrigo e Annica partimos. Eu e Rô continuamos em Toronto. Annica volta para a Suécia.
Restam os raccoons, que eu citei algumas dezenas de posts atrás e nunca expliquei. São os guaximins daqui. Só que eles são umas pestes. Como ratos. Eles passam a madrugada inteira fucando nos lixos da cidade. Ah, e segundo um amigo meu, se eles se sentirem ameacados, atacam. Cruzes...
"Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim, chegar e partir"
Minha casa está um turbilhão de chegadas e partidas. Há duas semanas, uma canadense foi embora e desembarcou o Ignacio (Nacho para os íntimos). Espanhol, fotógrafo, franco-parlante e dono de um pijama vermelho de bebezão.
Mas, como nem tudo pode ser perfeito, na próxima semana a brasileira Renee volta para o Brasil. Dentro de um mês, eu, Rodrigo e Annica partimos. Eu e Rô continuamos em Toronto. Annica volta para a Suécia.
Restam os raccoons, que eu citei algumas dezenas de posts atrás e nunca expliquei. São os guaximins daqui. Só que eles são umas pestes. Como ratos. Eles passam a madrugada inteira fucando nos lixos da cidade. Ah, e segundo um amigo meu, se eles se sentirem ameacados, atacam. Cruzes...
Tenho ficado com os pêlos em pé quando ouco Maria Rita. Ou de felicidade extrema (ontem voltei pra casa cantando Cara Valente) ou de pura nostalgia. Mas tem um trechinho de uma música que me emocionou muito nesta semana. Sei lá por que... Quer dizer, eu sei o porquê, mas por que esta música? Tereza Cândida, você venceu. Marcelo Camelo tomou conta de mim.
"Se a chuva quer é trazer você pra mim
Vem cá, que tá me dando uma vontade de chorar
Não faz assim
Não vá pra lá
Meu coração vai se entregar
À tempestade..."
"Se a chuva quer é trazer você pra mim
Vem cá, que tá me dando uma vontade de chorar
Não faz assim
Não vá pra lá
Meu coração vai se entregar
À tempestade..."
sábado, junho 26, 2004
O verão chegou e o verde se instalou aqui em Toronto (ou, pelo menos, aqui em casa). Quando cheguei, as plantas estavam meio sequinhas e sem vida. Hoje, quase não consigo abrir a janela do meu quarto de tanta planta que brotou ali. Está estampada na cara das pessoas a alegria de poder tomar uma cervejinha nos pátios abertos, poder esperar o ônibus sem perder um pedaco da orelha (dizem que as orelhas chegam a necrosar. Lenda? Não sei...) e andar de chinelinho, saia e blusinha.
O dia é mais longo (são 21h e ainda está claro), mas sempre tenho a impressão de que não consigo fazer tudo o que quero. Ah, e o blog sempre me dá a impressão de estar desatualizado. Quer dizer, não é só impressão: ele está superdesatualizado.
Vamos lá: pedi demissão do jornal português, mas continuo com o jornal brasileiro. No fim das contas, foi a decisão certa: o portuga pediu pra eu ficar pelo menos com o site e pelo mesmo salário. Só que agora recebo diariamente e posso viajar sem peso na consciência. Mas também preciso agilizar alguma coisa porque um dia ele pode querer parar com a manutencão da meleca...
Mesmo amando de paixão a casa onde vivo, decidi me mudar no comeco de agosto para um apê. Meu primeiro apê! Vou dividir cinco cômodos com uma amiga. A cozinha é estilo americano; do jeito que sempre quis. Ah, e é claro que vamos pintar uma parede de vermelho, quase vinho. O ruim vai ser ficar sem o bafafá da minha atual casa. Por outro lado, terei espaco e privacidade para hospedar vocês! Com direito a material didático, três refeicões ao dia e chuveiro quente.
quinta-feira, junho 24, 2004
Depois, fico brava, chateada, achando que a pessoa realmente não se importa, quando, na verdade, ela só está aceitando a "minha" vontade. Sou muito burra mesmo. Só pode ser alguma doenca crônica. Vou procurar no Google...
quarta-feira, junho 23, 2004
Voltando ao assunto relógio, o milionário Henry Buhl ganhou o direito de desenhar um novo produto da marca ao dar o maior lance em um leilão beneficente. Ele decidiu colocar a famosa foto "California Fingernails", de Helmut Newton. Veja fotos e mais sobre o relógio aqui.
Assisti a esse filme há umas duas semanas, mas nunca é tarde para postar algo que valha a pena. É do diretor Michel Gondry, mesmo de Adaptação e Quero ser John Malkovich. Já tinha assistido os dois e achado a maior piracão.
Em Eternal Sunshine, Jim Carrey (eu não gostava dele, mas vale a pena conferir sua tentativa de ser sério) e Kate Winslet são um casal que, como qualquer outro, tem um montão de problemas. Só que ela recorre a uma equipe de cientistas para deletar todas as suas memórias ruins e "devolver" uma nova vida, sem lembrancas do passado.
Assim que Carrey descobre este procedimento, também tenta fazê-lo, mas, como em quase todo filme, o amor fala mais alto e nem os computadores e programas de alta tecnlogia conseguem tirar a imagem da namorada de suas memórias.
Vale assistir pela história, por Carrey e pelo diretor. Agora, o jabá: para saber mais clique aqui.
(Ani, ani, ani, aniela, você está me devendo essa! Hehehe!)
Em Eternal Sunshine, Jim Carrey (eu não gostava dele, mas vale a pena conferir sua tentativa de ser sério) e Kate Winslet são um casal que, como qualquer outro, tem um montão de problemas. Só que ela recorre a uma equipe de cientistas para deletar todas as suas memórias ruins e "devolver" uma nova vida, sem lembrancas do passado.
Assim que Carrey descobre este procedimento, também tenta fazê-lo, mas, como em quase todo filme, o amor fala mais alto e nem os computadores e programas de alta tecnlogia conseguem tirar a imagem da namorada de suas memórias.
Vale assistir pela história, por Carrey e pelo diretor. Agora, o jabá: para saber mais clique aqui.
(Ani, ani, ani, aniela, você está me devendo essa! Hehehe!)
Ontem à noite foi um daqueles momentos para se guardar na caixinha das memórias especiais. Fizemos uma festa de aniversário para minha amiga brasileira Renne. Trinta anos! A festa era mais do que necessária.
Saí do trabalho mais cedo, fomos comprar cerveja e, depois, fazer um jantar particular. Jantar particular sendo feito por umas nove pessoas, hihihi. Nacho (espanhol) e Eduardo (venezuelano) fizeram um delicioso Guacamole. Sempre odiei abacate, mas juro que estava uma delícia. Virei fã.
Pilotando o fogão, Rodrigo (brasileiro) com suas batatas ao forno com azeite, Annica (sueca) grelhando os vegetais e preparando nosso Frango à Teriyaki, e a Dani (sim, euzinha) fazendo arroz para um batalhão. Nunca fiz arroz em grandes quantidades, mas, no fim, deu certo. Mesmo que vocês não acreditem no meu potencial culinário, hehehe.
Depois foi chegando mais e mais gente. Só sei que a festa teve do CD "City of God" a "Ô coisinha tão bonitinha do pai"!
(Cá, lembrei muuuuito de você, afinal, esta foi a música oficial do nosso TCC, né?)
Tivemos também várias velinhas fofas no nosso backyard e muito bate-papo. E dos bons. Pra mim, uma das cenas memoráveis foi uma roda de gente jogando conversa fora. Cada um nasceu num canto do mundo, mas estava ali, naquele momento, rindo embaixo de um céu também "abencoado por Deus".
Saí do trabalho mais cedo, fomos comprar cerveja e, depois, fazer um jantar particular. Jantar particular sendo feito por umas nove pessoas, hihihi. Nacho (espanhol) e Eduardo (venezuelano) fizeram um delicioso Guacamole. Sempre odiei abacate, mas juro que estava uma delícia. Virei fã.
Pilotando o fogão, Rodrigo (brasileiro) com suas batatas ao forno com azeite, Annica (sueca) grelhando os vegetais e preparando nosso Frango à Teriyaki, e a Dani (sim, euzinha) fazendo arroz para um batalhão. Nunca fiz arroz em grandes quantidades, mas, no fim, deu certo. Mesmo que vocês não acreditem no meu potencial culinário, hehehe.
Depois foi chegando mais e mais gente. Só sei que a festa teve do CD "City of God" a "Ô coisinha tão bonitinha do pai"!
(Cá, lembrei muuuuito de você, afinal, esta foi a música oficial do nosso TCC, né?)
Tivemos também várias velinhas fofas no nosso backyard e muito bate-papo. E dos bons. Pra mim, uma das cenas memoráveis foi uma roda de gente jogando conversa fora. Cada um nasceu num canto do mundo, mas estava ali, naquele momento, rindo embaixo de um céu também "abencoado por Deus".
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