Minha barriga está roncando. Estou de jejum há mais de 12 horas por causa de exames de sangue de rotina. E navegar por blogs vendo comidinhas é como fazer supermercado com fome.
O tocomfome.wordpress.com é o blog de uma amigona aqui da TV1 - a Juliana Uemura - que traz muitas dicas de onde comer em São Paulo. E com sacadas geniais. Passe por lá.
Por aqui, escrevo a lista dos cinco lugares que quero conhecer. Alguns já tenho tentado (sem sucesso) há algum tempo:
1. Veríssimo: jazz e bom papo no Campo Belo
2. Pie in the sky: tortas muito gostosas, charmosas e baratas em Perdizes
3. Brasil a gosto: a chef Ana Luiza Trajano nos Jardins
4. Acrópoles: tento, tento e nunca consigo ir neste grego no Bom Retiro
5. Filipa: tempero tailandês em uma travessa da Gabriel Monteiro da Silva
sexta-feira, fevereiro 13, 2009
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
Tenho alguns amigos que não querem ter filhos. E, mesmo na faixa dos 30, minha turma ainda está beeem (ou quase) longe deste assunto. Não fosse por ela, a Isabela. Linda, que chegou pra enfeitar a casa das titias babonas.
Em uma das Insanas, encontro oficial da turma de ex-Terráqueas, ela chegou na mão da mamãe parecendo uma bolsa nova. E foi engraçado e estranho ao mesmo tempo. Era uma boneca viva entre a gente. Juro que nos primeiros minutos todo mundo ficou meio tenso: "podemos falar palavrão?", "podemos continuar nos embebedando?"...
Supresa: entre as rodadas de vinho, conversas sujas e exaltações constantes, ela caiu no sono sem pestanejar.
Em uma das Insanas, encontro oficial da turma de ex-Terráqueas, ela chegou na mão da mamãe parecendo uma bolsa nova. E foi engraçado e estranho ao mesmo tempo. Era uma boneca viva entre a gente. Juro que nos primeiros minutos todo mundo ficou meio tenso: "podemos falar palavrão?", "podemos continuar nos embebedando?"...
Supresa: entre as rodadas de vinho, conversas sujas e exaltações constantes, ela caiu no sono sem pestanejar.
domingo, fevereiro 08, 2009

Ontem foi um dia que reuniu várias emoções diferentes. Foi estranho. Foi novo. Mas acabou tudo bem.
Acordar às 7h50 num sábado. Estranho.
Estar prontinha pra um dia de piscina. Delícia.
Encontrar um fantasma do passado (não do meu passado) no restaurante. Estranho.
Escolher outro restaurante em menos de 10 min e dar muita risada com a situação anterior. Delícia.
Sair do restaurante no timing correto e fechar a porta do carro no primeiro segundo que o céu caiu sobre São Paulo. Sorte.
Tentar chegar em casa e não conseguir por causa das ruas alagadas. Medo.
Tentar subir uma ladeira com a cachoeira que descia na direção contrária. Primeira vez que pensei que tudo poderia acabar ali.
Chegar em casa e não ter luz. O hall todo alagado. Subir 11 andares pela escada e encontrar moradores tentando salvar a festinha infantil em um prédio sem luz. Dó.
Dormir 2h30 e emendar em uma festa bacanérrima de aniversário. Caipirinha de frutas vermelhas. Papo bom e sono.
Dar o fora da noite perguntando sobre uma namorada que não existe mais. Vergonha.
sexta-feira, fevereiro 06, 2009

Combinaria fácil com a minha sala toda branca. Humpf. Preciso de um designer amigo pra ajudar na parte prática.
quarta-feira, fevereiro 04, 2009
Sério! Melhor exemplo de uma pessoa chapada. O Youtube tirou o embed do vídeo, mas vale clicar neste link mesmo assim:
http://www.youtube.com/watch?v=txqiwrbYGrs
E a notícia que estava hoje na capa do G1.
http://www.youtube.com/watch?v=txqiwrbYGrs
E a notícia que estava hoje na capa do G1.
segunda-feira, fevereiro 02, 2009
Cuspi sem querer de tanto rir.
Dica da Lu Noyori.
Cadbury Eyebrows from Nils-Petter Lovgren on Vimeo.
Dica da Lu Noyori.
Cadbury Eyebrows from Nils-Petter Lovgren on Vimeo.
terça-feira, janeiro 27, 2009
Acho que nunca conseguimos reunir TODOS os filhos da dona Shizuko, minha avó, minha batiam. Até que, neste ano, três irmãos vieram do Japão ao mesmo tempo. Esta foto é histórica. Na verdade, é a minha história e de todos os Noyori destas bandas de cá.

Da esquerda para a direita na parte de cima: Eiji, Kimie (tia Kam), Chintiro (Chinha), Hiroko (tia Hiro) e Milton
E sentados no chão: Mitsue (Tiam, minha mãe!!!) e Tetsuo (Tê)

Da esquerda para a direita na parte de cima: Eiji, Kimie (tia Kam), Chintiro (Chinha), Hiroko (tia Hiro) e Milton
E sentados no chão: Mitsue (Tiam, minha mãe!!!) e Tetsuo (Tê)
Dica do Caju: http://superfad.com/player.php?project=251&item=566
O vídeo
O making off
O vídeo
O making off
quarta-feira, janeiro 21, 2009
Faz muito tempo que não escrevo no blog antes do meio-dia. Mas acabei de ler uma notícia e uma frase que me fez lembrar uma cena que vivi no Canadá. E que me ensinou mais um tiquinho sobre as relações humanas.
Uma caixa de supermercado lançou um livro em 2008 e virou sucesso na França, seu país de origem. Agora, o livro será lançado em mais 10 países, incluindo o Brasil. Em um dos trechos da entrevista, ela cita que viveu, durante os oitos anos deste trabalho, momentos bem humilhantes.
"Se você não estudar vai acabar trabalhando aí, atrás do balcão", recorda.
"Há clientes que passaram por mim vários anos e nunca me perceberam", diz.
Lá no Canadá, entre um emprego e outro, me chamaram para fazer faxina em uma empresa. O esquema era assim: você só receberia pelos dias trabalhados se fosse no mínimo cinco dias. Caso desistisse antes, não receberia nem pelos anteriores. Mas o ponto não é esse, senão entraremos em mil detalhes sobre subempregos em outros países.
O que mais me pegou, me chamou a atenção, me deixou boquiaberta, é como somos invisíveis. Para se ter uma noção, a empresa para onde fomos levados era praticamente o Terra. O local onde eu era editora de conteúdo nem um ano antes. Cheio de bancadas, porta-retratos, enfeites sobre a mesa. Precisávamos tirar o pó de tudo, limpar o lixo (com a ordem de só trocarmos o saco plástico em último caso) e devolver os mini-enfeites pra mesa. E era um horário em que ainda havia pessoas lá. E nem um OI, nem um OBRIGADO, nem mesmo um olhar se cruzava.
Éramos invisíveis. Éramos espíritos vagando em busca do bem-estar dos que ali trabalhavam. Fiz uma volta ao passado e lembrei os altos papos que eu batia com as meninas da limpeza do Terra. Mas também lembrei de quantas pessoas com certeza nunca falaram um oi ou emitiram algum tipo de agradecimento.
Aprendi: SEMPRE interaja, NUNCA jogue copo ainda cheio de café, NUNCA jogue chiclete sem embrulhá-lo, NUNCA coloque mil badulaques sobre a mesa por mais lindo que isso possa parecer pra você.
E mais, reutilize seus clipes. Eu poderia ter ficado rica se cada clipe que encheu meu bolso valesse 1 dólar.
http://diversao.uol.com.br/ultnot/bbc/2009/01/20/ult2242u1825.jhtm
Uma caixa de supermercado lançou um livro em 2008 e virou sucesso na França, seu país de origem. Agora, o livro será lançado em mais 10 países, incluindo o Brasil. Em um dos trechos da entrevista, ela cita que viveu, durante os oitos anos deste trabalho, momentos bem humilhantes.
"Se você não estudar vai acabar trabalhando aí, atrás do balcão", recorda.
"Há clientes que passaram por mim vários anos e nunca me perceberam", diz.
Lá no Canadá, entre um emprego e outro, me chamaram para fazer faxina em uma empresa. O esquema era assim: você só receberia pelos dias trabalhados se fosse no mínimo cinco dias. Caso desistisse antes, não receberia nem pelos anteriores. Mas o ponto não é esse, senão entraremos em mil detalhes sobre subempregos em outros países.
O que mais me pegou, me chamou a atenção, me deixou boquiaberta, é como somos invisíveis. Para se ter uma noção, a empresa para onde fomos levados era praticamente o Terra. O local onde eu era editora de conteúdo nem um ano antes. Cheio de bancadas, porta-retratos, enfeites sobre a mesa. Precisávamos tirar o pó de tudo, limpar o lixo (com a ordem de só trocarmos o saco plástico em último caso) e devolver os mini-enfeites pra mesa. E era um horário em que ainda havia pessoas lá. E nem um OI, nem um OBRIGADO, nem mesmo um olhar se cruzava.
Éramos invisíveis. Éramos espíritos vagando em busca do bem-estar dos que ali trabalhavam. Fiz uma volta ao passado e lembrei os altos papos que eu batia com as meninas da limpeza do Terra. Mas também lembrei de quantas pessoas com certeza nunca falaram um oi ou emitiram algum tipo de agradecimento.
Aprendi: SEMPRE interaja, NUNCA jogue copo ainda cheio de café, NUNCA jogue chiclete sem embrulhá-lo, NUNCA coloque mil badulaques sobre a mesa por mais lindo que isso possa parecer pra você.
E mais, reutilize seus clipes. Eu poderia ter ficado rica se cada clipe que encheu meu bolso valesse 1 dólar.
http://diversao.uol.com.br/ultnot/bbc/2009/01/20/ult2242u1825.jhtm
quinta-feira, janeiro 08, 2009
... no que tinha na minha última página da caixa-postal. Mensagens de 2004.

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